Fabio Wajngarten, ex-secretário-executivo do Ministério das Comunicações e e-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom) do governo Bolsonaro, defendeu Karina Gama, dona da produtora Go Up, responsável pelo filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente. Ela e sua ONG, a Instituto Conhecer Brasil (ICB) foram alvos de uma operação da Polícia Civil nesta segunda (1º).
“Conheci a Karina Gama (produtora do filme) há 15 dias. Humilde, trabalhadora, focada. É mãe e pai. Locomotiva da família. Promovi encontros e reuniões com grandes jornalistas para que ela contasse sua linda história de vida”, escreveu Wajngarten no X.
A corporação investiga fraude em um contrato com a Prefeitura de São Paulo no valor de R$ 108 milhões por ano para instalação de wi-fi na cidade. A negociação envolve a instalação de 5 mil pontos na periferia ate junho de 2025, mas até o momento apenas 3,2 mil foram concluídos.
Ele sugeriu que Karina é vítima de perseguição política. “Ela não está sozinha. Aviso a quem interessar: Não vai dar certo a intenção de tentarem vilanizá-la. Os chantagistas serão devidamente expostos. Ela não será usada como moeda política, isso eu garanto a todos”, completou.
Conheci a Karina Gama ( produtora do filme ) há 15 dias.
Humilde, trabalhadora, focada.
É mãe e pai. Locomotiva da família.
Promovi encontros e reuniões com grandes jornalistas para que ela contasse sua linda história de vida.
Ela não está sozinha.
Aviso a quem interessar:
Não…— Fabio Wajngarten (@fabiowoficial) June 1, 2026
A investigação contra Karina surgiu após pedido do Ministério Público. A promotora Marina Pedersolli diz que o contrato com a gestão Nunes tem indícios de “possível direcionamento do chamamento público, ausência de capacidade técnica da entidade contratada, suposto sobrepreço nos valores pagos pela Administração Municipal, antecipação de repasses públicos e pagamentos por serviços supostamente não executados”.
Mário Frias (PL-SP), deputado federal e ex-Secretário Especial da Cultura no governo Bolsonaro, destinou uma emenda de R$ 1 milhão para a ICB em 2024, valor que foi investido em “livros fantasmas”.
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Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/ex-ministro-de-bolsonaro-defende-laranja-de-produtora-de-dark-horse/


