Veja quais são os postos interditados por suspeita de fraude em Teresina

Foto: SSP-PI –

Estabelecimentos são investigados por suspeita de utilizar o esquema conhecido como “bomba baixa”, que entrega menos combustível do que o volume pago pelo consumidor

A operação deflagrada pela Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), na manhã desta terça-feira (21), resultou na interdição de 10 postos de combustíveis no estado. Os estabelecimentos são investigados por suspeita de participar de um esquema conhecido como “bomba baixa”, em que o consumidor paga por uma determinada quantidade de combustível, mas recebe um volume inferior ao registrado na bomba.

De acordo com as investigações, a prática configura fraude contra o consumidor e pode causar prejuízos financeiros aos motoristas, além de violar normas de comercialização de combustíveis.

As interdições ocorreram durante uma operação coordenada pela Superintendência de Operações Integradas (SOI) e pela Delegacia Especializada de Crimes Contra a Ordem Tributária, Econômica e Contra as Relações de Consumo (DECCOTERC), com apoio de órgãos de fiscalização.

Confira os postos interditados:

Teresina

  • Posto Divino Petróleo Ltda. – Avenida Industrial Gil Martins, nº 3.220, bairro Três Andares;
  • Posto Mais (antigo Posto Mais Ceasa) – Avenida Henry Wall de Carvalho, nº 6.075, bairro Lourival Parente;
  • Soferro Combustíveis I – Avenida Doutor Josué Moura Santos, nº 725, bairro Aroeiras;
  • Posto Macaúba Ltda. – Avenida Miguel Rosa, nº 5.635, bairro Macaúba;
  • Auto Posto Express Ltda. – Avenida Barão de Castelo Branco, nº 1.889, bairro Cristo Rei;
  • Auto Posto Alpha Ltda. – Rua Professor Pires Gayoso, nº 1.141, bairro São João;
  • Auto Posto Nitro Ltda. – Avenida Odilon Araújo, nº 1.610, bairro Cidade Nova;
  • Viva Petróleo Ltda. – Avenida Santos Dumont, nº 491, bairro Pirajá.

Parnaíba

  • Posto Costa do Dendê 75 – Avenida Doutor João Silva Filho, nº 4.617.

Capitão de Campos

  • Auto Posto Ignite Ltda. – Avenida Santos Dumont, nº 378, Centro.

Como funciona o esquema da “bomba baixa”

Segundo a investigação, os postos são suspeitos de utilizar um mecanismo fraudulento capaz de fornecer ao consumidor uma quantidade de combustível inferior à indicada na bomba. Na prática, o motorista paga pelo volume informado no visor, mas recebe menos combustível no tanque.

As investigações seguem em andamento para apurar a participação dos estabelecimentos e de possíveis envolvidos no esquema. A SSP-PI ainda não divulgou detalhes sobre o prejuízo estimado aos consumidores nem informou se houve prisões durante a operação.