Eventos gratuitos debatem tratamentos para conter epidemia de obesidade – ViDA & Ação

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a quantidade de pessoas diagnosticadas com obesidade no mundo até 2025 será de 700 milhões de pessoas. A Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada no final de 2020 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), aponta que 60,3% dos brasileiros com 18 anos ou mais — o que corresponde a 96 milhões de pessoas—, estavam acima do peso em 2019.

Dentro desse grupo, 41,2 milhões (25,9% da população) estavam obesos, ou seja, característica observada em uma a cada quatro pessoas. Entre 2003 e 2019, os resultados de duas pesquisas do IBGE mostraram que a proporção de obesos na população com 20 anos ou mais de idade do país saltou de 12,2% para 26,8%. O IBGE revelou que 19,4% dos adolescentes entre 15 e 17 anos estão acima do peso, sendo que 6,7% estão obesos. Já a proporção de pessoas com excesso de peso subiu de 43,3% para 61,7%.

Esses dados alarmantes demonstram a necessidade dos profissionais de saúde debaterem o tema mais profundamente. Como forma de alertar a população para os riscos provocados pela condição, foi instituído o Dia Mundial da Obesidade, em 11 de outubro. Em 2020, a Federação Internacional da Obesidade alterou a data do Dia Mundial da Obesidade para 4 de março.  Confira algumas atividades que marcam a semana:

como forma de conscientização dessa doença multifatorial e crônica caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal e associação com outras doenças, como hipertensão, diabetes e câncer. A obesidade não está relacionada à falta de força de vontade, falha de caráter ou algo facilmente controlável.

Em apoio à data, o Instituto Obesidade Brasil realizará neste ano, no dia 6 de março, o projeto Obesidade em pauta: menos estigma, mais acolhimento, um evento 100% online e gratuito para conscientização da obesidade como doença crônica e diminuição do preconceito.

O evento acontecerá das 8h às 18h com uma programação especial durante todo o dia. A transmissão acontecerá nas redes sociais do Instituto Obesidade Brasil, no Youtube, Instagram e Facebook. A abertura e encerramento serão feitos pelo ator Rodrigo Santoro, que já participou da Campanha Sinta-se abraçado, também realizada pela ONG Obesidade Brasil.

Entre os temas abordados no período da manhã estão a obesidade como doença crônica, os preconceitos contra a pessoa com obesidade, estética e saúde e as doenças associadas ao problema. Sobre tratamento, os profissionais abordarão questões como a dieta no tratamento de obesidade, exercícios físicos e perda de peso, remédios para emagrecer, além de informações sobre cirurgia bariátrica e metabólica e balão intragástrico.

À tarde, será explicada a importância de um acompanhamento psicológico, além de questões como ansiedade e depressão. Os profissionais também abordarão tratamentos, como clínico e cirúrgico, oferecidos pelo SUS. Ao final das apresentações, ocorrerão mesas redondas de discussão dos temas abordados e respostas às perguntas da audiência. Depoimentos ao final do evento mostram casos reais de quem lida com o problema. As inscrições para o evento podem ser feitas pelo site www.diainternacionaldaobesidade.com.

A ONG Obesidade Brasil é a primeira organização sem fins lucrativos do mundo direcionada a pessoas com obesidade. Ela foi fundada para gerar uma conscientização de que a obesidade é uma doença multifatorial e crônica, caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal e associação com outras doenças, tais como hipertensão, diabetes, câncer, etc. no indivíduo. Ela não está relacionada à falta de força de vontade, falha de caráter ou algo facilmente controlável.

A excelência e os novos tratamentos disponíveis hoje podem ajudar a diminuir os números alarmantes da obesidade no Brasil e seus impactos. Para discutir essas novidades, entre os dias 1 e 4 de março, a Dasa, por meio da sua plataforma Dasa.Educa, realiza o 3º Simpósio de Atualização no Tratamento da Obesidade, voltado aos profissionais de saúde e aberto a pacientes no dia 2, em transmissão via Youtube.da Dasa.

O evento será 100% digital, gratuito e abordará conteúdos exclusivos com os principais expoentes sobre o tema como os convidados internacionais. Os palestrantres serão Ted Kyle, farmacêutico e profissional de inovação em saúde; Samer Mattar, professor e chefe da Divisão de Cirurgia Bariátrica e Metabólic;  Bruno Halpern e Denis Pajecki, do Hospital 9 de Julho; Luiz Fernando Córdova, do Hospital Brasília, e Luciana El-Kadre, do Hospital São Lucas (RJ).

 O evento traz importantes vertentes da doença, como Obesidade e Covid-19; Perspectivas da aplicação da genética no diagnóstico e tratamento da diabetes tipo 2; Inovação na cirurgia bariátrica; transtornos alimentares, entre outros. A iniciativa faz parte do Programa da Dasa.Educa, Conexões Científicas que promove o compartilhamento de conhecimento médico. A excelência e os novos tratamentos disponíveis hoje podem ajudar a diminuir esses números. 

A programação completa do evento e as informações sobre como se inscrever estão disponíveis no canal.

OUTRAS INICIATIVAS

Destinado a cuidadores e familiares residentes no Estado do Rio de Janeiro, o Curso de Atualização sobre o Cuidado Domiciliar de Pessoas Idosas na Pandemia de Covid-19 está com as inscrições abertas até o dia 7 de março de 2021. Com 350 vagas, a formação será gratuita e oferecida através do ensino remoto. Inscreva-se aqui.

A ideia é que o curso possa fomentar a qualificação, a informação, a reflexão e o debate entre as pessoas cuidadoras de idosos, em relação aos desafios trazidos pela pandemia, visando a promoção da saúde, a proteção da vida e os direitos sociais de quem cuida e daqueles que são cuidados. Dentre alguns dos principais materiais didáticos estarão as cartilhas e vídeos produzidos anteriormente pelo Cuidando de quem cuida.

Ao todo, serão 32 horas de carga horária, distribuídas ao longo de oito semanas. Entre os principais temas abordados estão: Informações sobre a pandemia de Covid-19; Cuidados com a pessoa idosa durante a pandemia; Proteção à saúde das pessoas cuidadoras; Promoção do bem-estar de idosos e cuidadores na pandemia; Direitos de quem cuida; Prevenção à violência doméstica e Desafios para o cuidado no pós-pandemia. 

O projeto Cuidando de quem cuida é coordenado pelo professor-pesquisador da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz), Daniel Groisman, om parceria com a Escola de Serviço Social (ESS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), dentro do Programa Inova da Fiocruz.

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  O Instituto Jô Clemente (IJC), antiga Apae de São Paulo, responsável pela Triagem Neonatal de 80% dos bebês nascidos na capital paulista e 67% das crianças nascidas no Estado de São Paulo, está celebrando os avanços no Teste do Pezinho. Para marcar o Dia Mundial das Doenças Raras(28 de fevereiro), a organização promove nesta segunda-feira, 1º de março, uma live Facebook (facebook.com/ijc).   O evento reunirá os médicos Antonio Condino Neto, imunologista e consultor no Laboratório do Instituto Jô Clemente; Fernanda Monti, neurologista pediátrica e consultora em erros inatos do metabolismo no Laboratório do Instituto Jô Clemente, e Vanessa Tavares, bióloga geneticista e assessora científica no Centro de Ensino, Pesquisa e Inovação (CEPI) da Instituição. Desde 14 de dezembro de 2020, por meio de parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo, o Laboratório do Instituto Jô Clemente vem ampliando gradativamente o número de doenças possivelmente detectadas na Triagem Neonatal dos bebês nascidos na rede pública da cidade. Antes, o Teste do Pezinho cobria, via Sistema Único de Saúde (SUS), o diagnóstico de seis doenças, número que está sendo ampliado para 50.   Em outros lugares do país, como Distrito Federal, Minas Gerais e Paraná, a Triagem Neonatal já contempla a análise de um número maior de doenças, além das seis do Teste do Pezinho Básico (fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, fibrose cística, anemia falciforme, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase), oferecido na maior parte do país pelo SUS. Estudo para a inclusão da Síndrome da Imunodeficiência Combinada Severa (SCID) na Triagem Neonatal da rede privada de saúde concluiu que se uma criança que tiver essa doença não for diagnosticada no Teste do Pezinho para ter o acompanhamento necessário imediatamente após o diagnóstico, ela custará a partir de R﹩ 4 milhões com internações, procedimentos e medicações ao longo de um ano e poderá vir a óbito.  Se o diagnóstico precoce for feito, seguido do tratamento, o custo será menor que R﹩ 1 milhão e haverá a cura.   Em outro estudo, feito por Lucila Barreiros, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP),  cerca de 80% dos bebês nascidos no país com SCID ainda não têm acesso ao diagnóstico precoce, cenário que precisa ser revertido”, completa. O Instituto Jô Clemente implementou o Teste do Pezinho no Brasil em 1976 e, desde 2011, é um um Centro de Referência credenciado pelo Ministério da Saúde. Atualmente, o laboratório da Organização analisa amostras que podem detectar até 50 doenças. O Laboratório do Instituto Jô Clemente tria cerca de 400 mil bebês por ano e desde a implementação, já foram triadas 16,5 milhões de crianças brasileiras.   A Organização possui também o Ambulatório de Triagem Neonatal, que acompanha pessoas com diagnóstico positivo em fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito e deficiência de biotinidase. Quando há a detecção de outras doenças, os bebês são encaminhados para outros centros de referência.   Para dar mais visibilidade ao mundo das doenças raras, a biofarmacêutica PTC Therapeutics lança a campanha “Abrace o Raro”. Entre as ações, está um mural no Pátio Vila Sônia (Av. Eliseu de Almeida, 3171), desenvolvido em parceria com a ViaQuatro, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 4-Amarela de metrô. A arte, criada pelo grafiteiro Vespa, especialista em surrealismo tridimensional, foi inspirada na jornada do paciente e possui elementos que refletem o mundo de quem convive com doenças raras. O mural possui seis quadros. Eles apresentam a mobilidade, afetada por algumas das doenças raras; uma cadeia de DNA, que reflete a questão das mutações genéticas que causam grande parte dessas doenças e o futuro da medicina, com as inovações trazidas pela terapia gênica; mãos cruzadas simbolizando a família e a união de todos nesta causa; a gratidão aos profissionais de saúde, que acompanham a jornada do paciente, é representada pela presença do anel do médico e de sua figura, ao final do mural. A arte da parede utiliza as cores do símbolo internacional das doenças raras, também presente.   O objetivo da arte mural “Abrace O Raro” é ampliar o conhecimento da população e acolher quem enfrenta uma das 8 mil doenças raras conhecidas até agora – mais de 13 milhões de brasileiros.  O “Abrace o Raro” será expandido nas redes sociais. Quem passar pelo muro poderá tirar fotos e postá-las nas redes sociais com as hashtags #abraceoraro, #diamundialdasdorençasraras. Devido ao isolamento social, o engajamento com a causa e o acolhimento também podem ser expressos por meio de vídeos nos stories, ou por meio do filtro disponibilizado no Instagram.     Nos últimos anos, o setor de saúde tem investido intensamente na evolução de seus sistemas com a adoção de inovações científicas e tecnológicas, bem como pelo aperfeiçoamento da gestão administrativa e operacional, para atender às mudanças culturais dos pacientes e da sociedade. As transformações do cenário atual e seus aprendizados serão discutidas na Digital Health Conferece , evento latino-americano, totalmente on-line, promovido pela everis, consultoria de negócios e TI, e a NTT Data. A primeira conferência digital da everis dedicada especificamente ao setor de saúde reunirá representantes de instituições e empresas que são referências no mercado nacional, como Anvisa, Universidade de São Paulo (USP), Rede D’Or, Sharecare, entre outras, bem como internacionais, como Ministério da Saúde de Córdoba, Hospital Universitário Virgen del Rocio e Hospital Geral Universitário de Elda, etc. O evento acontece de 2 a 4 de março e as inscrições estão abertas até 1º de março, no link.

Para contribuir para a formação de jovens e ampliar suas possibilidades de acesso às concorridas vagas nos cursos superiores, que são conquistadas por meio da nota no Exame Nacional do Ensino Médio, a Firjan SESI está com 2.970 oportunidades gratuitas para o curso Pré-Enem em todo o Estado do Rio.

As inscrições foram prorrogadas até 14/03 e devem ser feitas exclusivamente pelo site http://www.escolafirjansesi.com.br/pre-enem , onde o candidato deve postar a documentação completa exigida no edital.

Só na Região Metropolitana, as unidades – capital, Firjan SESI Maracanã (500 vagas), Tijuca (250 vagas) e Jacarepaguá (200 vagas); Leste Fluminense, Firjan SENAI São Gonçalo (200 vagas); e Baixada Fluminense, Firjan SESI Nova Iguaçu (120 vagas) e Duque de Caxias (200 vagas) – oferecem 1.470 oportunidades.

Os interessados, que devem ter idade mínima de 15 anos, têm que estar matriculados em uma turma do 2º ou 3º ano do Ensino Médio (da Educação Regular ou da Educação de Jovens e Adultos) em qualquer escola da rede pública ou já terem concluído o Ensino Médio.

O edital completo está disponível no site. Mais informações também podem ser obtidas através do telefone 0800 0231 231.

Com Assessorias

Com Assessorias

 

 

Fonte: www.vidaeacao.com.br/eventos-gratuitos-debatem-tratamentos-para-conter-epidemia-de-obesidade