O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, reafirmou que a prioridade do partido é aprovar uma anistia que beneficie Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Em entrevista ao jornal O Globo, Valdemar disse que a direita não aceitará uma anistia “ampla e irrestrita” que deixe o ex-presidente de fora. Segundo ele, a articulação no Congresso será intensa nas próximas semanas, com foco no Senado.
Valdemar designou os senadores Carlos Portinho (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN) para liderar as negociações na Casa e afirmou que pretende cobrar o apoio de partidos aliados, como Republicanos, União Brasil, PP e parte do PSD. O dirigente destacou ainda que tem reunião marcada com o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), presidente do partido, para reforçar a parceria que garantiu vitórias recentes à sigla. “No Supremo o tema está liquidado, é hora de outras estratégias”, disse.
Questionado sobre a possibilidade de Bolsonaro não disputar as eleições de 2026, Valdemar admitiu que a chapa pode não ter um familiar do ex-presidente, desde que haja anuência dele. Michelle Bolsonaro, por exemplo, deve disputar o Senado pelo DF, enquanto Flávio Bolsonaro se manteria no Rio. Já Eduardo Bolsonaro segue no exterior. O cacique do PL, no entanto, garantiu que a decisão sobre nomes caberá exclusivamente a Jair Bolsonaro.


Valdemar citou também lideranças da centro-direita como Tarcísio de Freitas, Ratinho Jr. e Romeu Zema como alternativas para a disputa presidencial, mas insistiu que a prioridade é esgotar o debate da anistia antes de discutir candidaturas. “Tem chance de a chapa não ter o sobrenome Bolsonaro, mas isso dependerá dele”, afirmou.
Apesar da condenação, o dirigente disse confiar na força política de Bolsonaro e na sua capacidade de transferir votos. Ele classificou o voto de Luiz Fux, único ministro do STF a absolver o ex-presidente, como um “show de direito” que agradou a base bolsonarista. “Lavou a nossa alma”, afirmou, ressaltando que a decisão não muda o resultado final, mas trouxe simbolismo político.
Por fim, Valdemar confirmou que Carlos Bolsonaro será candidato por Santa Catarina e que já se prepara para renunciar ao mandato de vereador no Rio de Janeiro. Segundo ele, a direita deve se apresentar unida em 2026, com grandes nomes disputando espaços, mas sem fragmentação. “Minha aposta é de uma direita unida ainda no primeiro turno”, concluiu.
!function(f,b,e,v,n,t,s)
{if(f.fbq)return;n=f.fbq=function(){n.callMethod?
n.callMethod.apply(n,arguments):n.queue.push(arguments)};
if(!f._fbq)f._fbq=n;n.push=n;n.loaded=!0;n.version=’2.0′;
n.queue=[];t=b.createElement(e);t.async=!0;
t.src=v;s=b.getElementsByTagName(e)[0];
s.parentNode.insertBefore(t,s)}(window, document,’script’,
‘https://connect.facebook.net/en_US/fbevents.js’);
fbq(‘init’, ‘301448060382165’);
fbq(‘track’, ‘PageView’);
Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/bolsonaro-pode-nao-ter-familiar-em-chapa-de-2026-diz-valdemar-costa-neto/

