CrowdStrike lista 8 práticas de segurança em IA que empresas devem evitar

O uso da inteligência artificial por empresas e equipes traz uma nova camada de risco à cibersegurança. A CrowdStrike divulgou, nesta segunda-feira (19), uma lista de oito práticas que organizações de todos os portes devem evitar ao operar ferramentas e agentes de inteligência artificial (IA).

A publicação faz parte do Mês da Conscientização sobre Cibersegurança, celebrado anualmente em outubro. Para a empresa, a IA se tornou uma superfície de ataque que exige atenção contínua e higiene básica de segurança.

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O vice-presidente de Engenharia de Vendas para a América Latina da CrowdStrike, Marcos Ferreira, afirma que “a IA pode ser uma aliada poderosa, mas também amplia a superfície de ataque. Muitos dos riscos começam com decisões do dia a dia tomadas sem o devido cuidado. As organizações precisam se manter vigilantes e educar continuamente seus colaboradores sobre esses perigos. As que terão sucesso não serão aquelas que desaceleram a IA, mas aquelas que avançam rapidamente sem perder o controle, e a visibilidade e a proteção se tornam itens fundamentais nessa jornada”.

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Oito práticas a evitar com IA

A CrowdStrike recomenda que organizações evitem os seguintes comportamentos ao trabalhar com ferramentas e agentes de IA:

  • Fornecer à IA prompts genéricos, sem diretrizes claras ou contexto;
  • Inserir senhas, chaves de segurança ou outras credenciais em ferramentas de IA;
  • Não conceder à IA mais informações do que o necessário para uma tarefa específica; dados sensíveis dispensáveis devem ser removidos;
  • Adicionar integrações, fontes de dados, ferramentas ou serviços não autorizados pela equipe de tecnologia da informação (TI) da empresa;
  • Conceder aos sistemas de IA mais privilégios de acesso do que o estritamente necessário; a empresa recomenda aplicar o princípio do “menor privilégio”;
  • Tratar os resultados gerados por IA como resposta final, sem verificação prévia;
  • Permitir que agentes de IA executem tarefas que o operador não compreende totalmente;
  • Usar a IA para contornar ou desativar controles de segurança.

A CrowdStrike é listada na Nasdaq sob o ticker CRWD e atua com foco em proteção de endpoints, workloads em nuvem, identidade e dados por meio da plataforma Falcon.

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Fonte: https://itforum.com.br/noticias/crowdstrike-8-praticas-seguranca-em-ia/