O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou no domingo (19) que pretende abrir mão da equipe de segurança da Polícia Federal destinada a candidatos ao Planalto durante a campanha eleitoral de 2026.
Em publicação nas redes sociais, Flávio disse que não confia na atual direção da PF, comandada por Andrei Rodrigues, e alegou temer a presença de eventuais “infiltrados” em sua campanha.
“Não confio no atual chefe da PF. Não vou correr o risco de ele próprio infiltrar pessoas na minha campanha”, escreveu o senador.
Flávio também afirmou que, caso seja eleito, pedirá que os agentes que ficariam à sua disposição sejam deslocados para investigações sobre fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS.
Senador cita INSS e acusa falta de investigação sobre filho de Lula
Na mesma publicação, o pré-candidato voltou a cobrar apuração sobre Luís Cláudio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula (PT), e mencionou uma suposta acusação de recebimento de “mensalinho” ligado ao chamado Careca do INSS.
Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS.
Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar lulinha – acusado de receber mensalinho do Careca do INSS – foi a falta de… pic.twitter.com/A0HCPympzA
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) July 19, 2026
“Peço que os servidores da PF que estariam à minha disposição sejam destinados, imediatamente, para a investigação do roubo dos aposentados do INSS. Se a desculpa oficial do chefe da PF para não investigar Lulinha — acusado de receber mensalinho do Careca do INSS — foi a falta de efetivo, quero dar a minha contribuição para que o dinheiro roubado no governo Lula seja devolvido aos aposentados”, afirmou.
Mesmo ao dizer que não pretende usar a escolta federal, Flávio já vem sendo acompanhado por seguranças e tem usado colete à prova de balas em compromissos públicos.
A Polícia Federal começa nesta segunda-feira (20) uma operação de proteção a candidatos à Presidência nas eleições de 2026. A estrutura prevê até 458 servidores, veículos blindados, equipamentos antidrone e kits de vistoria antibomba, com orçamento estimado em R$ 95 milhões.
A proteção poderá começar depois da homologação das candidaturas nas convenções partidárias e da solicitação formal das campanhas. As convenções começam em 20 de julho, e o prazo para registro de candidaturas vai até 15 de agosto.
A PF dimensionou a estrutura para atender simultaneamente até dez candidaturas, com equipes especializadas em todos os estados e acompanhamento permanente das agendas de campanha. A corporação afirma que aplicará os mesmos critérios técnicos a todos os candidatos, com efetivo e recursos definidos conforme o nível de risco.
!function(f,b,e,v,n,t,s)
{if(f.fbq)return;n=f.fbq=function(){n.callMethod?
n.callMethod.apply(n,arguments):n.queue.push(arguments)};
if(!f._fbq)f._fbq=n;n.push=n;n.loaded=!0;n.version=’2.0′;
n.queue=[];t=b.createElement(e);t.async=!0;
t.src=v;s=b.getElementsByTagName(e)[0];
s.parentNode.insertBefore(t,s)}(window, document,’script’,
‘https://connect.facebook.net/en_US/fbevents.js’);
fbq(‘init’, ‘301448060382165’);
fbq(‘track’, ‘PageView’);
Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/flavio-bolsonaro-segurancapf-campanha-infiltrados/

