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Jonatas Miranda, presidente do sindicato dos trabalhadores de asseio e conservação do Piauí, afirma que profissionais ainda aguardam pagamentos e relata jornadas durante a madrugada em Teresina
O presidente do Sindicato dos Empregados de Empresas de Asseio e Conservação do Piauí, Jonatas Miranda, denunciou que a Via Ambiental ainda deve 50% dos salários dos trabalhadores da limpeza urbana de Teresina, além de verbas trabalhistas. Em vídeo publicado nas redes sociais na noite de terça-feira (20), ele cobrou providências e melhores condições de trabalho para a categoria.
Segundo o sindicalista, os profissionais receberam apenas metade dos salários após negociações com a Prefeitura de Teresina. Ele afirmou que os trabalhadores enfrentam dificuldades financeiras e criticou a falta de pagamento integral, mesmo com o mês já avançado.
Jonatas também relatou a rotina de trabalho dos garis, que enfrentam jornadas extensas para garantir a coleta de resíduos na capital. Para ele, esses profissionais precisam ser valorizados e ter seus direitos respeitados.
Cobrança às novas empresas
Durante o pronunciamento, o presidente do sindicato se dirigiu à Litucera e à Sustentare, empresas que assumiram os serviços de coleta de lixo em Teresina, pedindo que garantam condições dignas aos funcionários. Ele também afirmou que alguns trabalhadores chegaram a devolver os uniformes diante das dificuldades enfrentadas.
O sindicalista criticou ainda a sequência de contratos emergenciais na limpeza pública e cobrou soluções definitivas para os problemas da categoria.
A denúncia ocorre durante a transição dos serviços de coleta na capital. A Via Ambiental deve ser procurada para esclarecer as pendências salariais e trabalhistas apontadas pelo sindicato. O espaço permanece aberto para manifestação da empresa e da Prefeitura de Teresina.

