Beach Park: guia completo do mais famoso parque aquático do Brasil

Quando prédios despontaram no horizonte, veio o primeiro indício de que o Beach Park está longe de ser um parque aquático comum. Na orla de Aquiraz, a 30 km de Fortaleza, o complexo ocupa mais de 200 mil m² e reúne estruturas monumentais: resorts com capacidade para mais de 2 mil pessoas, brinquedos que parecem desafiar a própria escala de um parque aquático e um conjunto de lojas e restaurantes que mais parece um grande shopping. Tudo isso, à beira-mar, na praia de Porto das Dunas. E o público reconhece quando é bom: o Beach Park venceu seis vezes o prêmio O Melhor de Viagem e Turismo na categoria parque aquático. 

O pontapé do empreendimento foi em 1985, como barraca na praia. A inauguração dos primeiros brinquedos ocorreu em 1989, junto com o Caminho das Garrafas, que, como o nome entrega, trata-se de um caminho formado por centenas delas semi-enterradas com a base virada para cima. O complexo cresceu de vez nos anos 1990: o resort Suítes foi aberto em 1996, com 175 acomodações; o Insano surgiu no ano seguinte e foi alçado ao posto de toboágua mais alto do mundo, com 41 metros de altura, até o fim da década. Na virada do milênio, surgiu o Maremoto, uma piscina de ondas com capacidade para 2 mil pessoas. Desde então, mais três resorts foram adicionados ao complexo e uma sequência de atrações.

Tudo dominado: o Beach Park é quase um mundo à parte em Aquiraz (//Divulgação)

A cada dois anos, uma novidade é inaugurada por lá. Em 2025, foi aberto o Arvorar, espaço um pouco mais afastado dedicado à preservação de aves, com ingresso próprio e conectado ao complexo por vans gratuitas; além de Surreal, a maior montanha-russa aquática do mundo pelo Guinness Book. Para 2026, o novo resort de luxo Ohani está previsto para iniciar suas operações até o fim do ano.

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Boas garfadas também não faltam. A Vila Azul do Mar, um conjunto comercial com lojinhas inspirado nas vilas cearenses, dispõe de uma pizzaria e lanchonetes variadas, como a Milky Moo e a Cafeteria Santa Clara.

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Casal de mãos dadas caminhando em área externa iluminada por luzes penduradas, com palmeiras e lojas coloridas ao fundo. À direita, uma fonte de vasos de cerâmica.
Vila Azul do Mar: o “centrinho” para curtir após um dia nos toboáguas (//Divulgação)

A essa altura já é possível perceber que o Beach Park é muito mais que o Aqua Park, espaço onde estão os toboáguas e demais brinquedos. Passei uns dias por lá e conto o que esperar do mais famoso atrativo do Ceará.

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Antes de tudo, os armários

O pequeno sai por R$ 35 e, o grande, R$ 70. Também é preciso pagar uma caução de R$ 25, devolvida na saída (caso você não perca a chave).

Os toboáguas mais radicais

Ao passar pela catraca, tudo no Aqua Park salta aos olhos e logo peguei o rumo dos brinquedos mais radicais.

Primeira parada: Surreal. Os 28 metros de altura assustam, e cada degrau da escada me fez repensar a decisão. A atração é encarada em dupla sobre uma boia, com a pessoa mais pesada sentada atrás e, a mais leve, na frente. Fui com um colega que conheci na fila. Quando desabamos na primeira queda, pareceu que o mundo fica pra trás: sobre o inflável, seguimos um trajeto de 340 metros a cerca de 40 km/h. Tubos coloridos se alternaram até que desembocamos numa piscina. Ufa. A tensão acaba e a vontade é repetir a dose.

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Parque aquático com piscina de ondas azul-claro, escorregadores coloridos e uma torre branca com janelas quadradas coloridas, sob céu azul com nuvens esparsas e palmeiras altas em primeiro plano
Surreal: diferente de um tobogã comum, a montanha-russa aquática faz a boia subir e descer com jatos d’água (Samuel Amaral/Arquivo pessoal)

Logo segui ao Vaikuntudo, um toboágua em formato de funil com 25 metros de altura. A descida acontece sobre uma boia que comporta até quatro pessoas. Fui em trio, o que fez com que o peso ficasse bem distribuído. Seguimos por um túnel escuro que desemboca em um funil colossal com 18,5 metros de abertura. A sensação foi a de ser arremessado por uma potente descarga de água que nos expeliu até um escorregador que nos levou até uma piscina.

Duas pessoas descem em uma boia amarela por um toboágua em formato de funil colorido, com faixas em vermelho, laranja, amarelo e verde. Ao redor, há palmeiras, estruturas de madeira e outros toboáguas azuis e vermelhos, em um parque aquático ensolarado
Vaikuntudo: funil rumo à adrenalina (//Divulgação)
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Ao lado, o Tobomusik chamou a atenção do meu grupo. Conhecido como “toboágua do Alok”, DJ que esteve na ocasião da inauguração, o brinquedo mistura água e música, tendo 114 metros com caixas de som em toda a extensão. E lá fui eu: colorido por dentro, o tubo tem curvas frenéticas com eletrohits de trilha sonora. A descida é com tapete, que se choca com a água ao fim.

 

Adrenalizado e com o coração preparado, mirei o Insano como um Quixote que encara os moinhos. Ali estava o meu gigante: 41 metros de queda livre. Os calafrios aumentavam a cada degrau da escada. A ambientação do atrativo ajuda a criar essa sensação, com caixas de som que tocam uma locução grave com provocações do tipo, “vai encarar mesmo?”, junto com uma trilha de rock pesado ao fundo.

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Estava junto de uma colega. Ela desceu primeiro e, após a queda, parecia ter sumido de vista. Fui em seguida, sem pensar muito – melhor assim. O corpo descola do toboágua por alguns segundos, e a alma descola do corpo por horas. Após ver uma luz se aproximar e uma reprise da vida inteira, cheguei na água. Já posso contar aos amigos que não amarelei frente ao toboágua mais radical do Beach Park.

Tobogã Insano, Beach Park, Aquirazinsano
Insano: uma descida entre o céu e a Terra (//Divulgação)

Após uma sequência de adrenalina, a Correnteza serviu para relaxar. Esse rio artificial atravessa boa parte do parque, ligando as atrações principais. Adultos se esticavam nas boias para aproveitar a brisa de fim de tarde, enquanto os pequenos nadavam contra o fluxo d’água e brincavam com as boias infláveis.

Pessoas em boias coloridas descem um rio lento de águas claras em um parque aquático ensolarado. Palmeiras e um deck de madeira com guarda-sóis vermelhos completam o cenário tropical
Correnteza: nada melhor do que relaxar nas bóias após um dia de adrenalina (//Divulgação)

Para quem busca aventura, há mais atrações radicais no Beach Park. O Arrepius reúne uma série de descidas intensas, com destaque para os toboáguas de cápsula, em que o chão se abre antes de liberar o corajoso para uma descida a 90°. Fãs de skate podem gostar do Kalafrio, com duas rampas no estilo half pipe por onde a boia samba até parar. O Atlantis também não decepciona, com um toboágua que lembra uma escada, por onde as boias descem em alta velocidade.

Brincadeira de criança

Nem só de escorregadores radicais é feito o Beach Park. As crianças têm atrações especialmente para elas longe dos toboáguas gigantes.

Perto da entrada, o Aqua Show atrai o olhar dos pequenos. O balde com óculos escuros despeja água a cada três minutos, enquanto a sequência de escadas e escorregadores faz a diversão das crianças.

Parque aquático colorido com escorregadores amarelos e azuis, jatos de água e um balde gigante derramando água. Coqueiros altos em primeiro plano e ao fundo, sob um céu azul com nuvens brancas. Uma pessoa de maiô preto caminha na piscina rasa à esquerda
Aqua Show: as crianças se esbaldam nos esguichos e escorregadores (Samuel Amaral/Arquivo pessoal)

A piscina de ondas Maremoto, logo atrás, atrai a turma dos 8 aos 80. Com profundidade máxima de 1,80 metros, é possível curtir com os menores na parte rasa. As ondas vêm a cada 30 minutos, antecedidas por uma sirene.

Piscina de ondas em um parque aquático ensolarado, com pessoas nadando e palmeiras ao redor. Tobogãs coloridos e uma torre com a palavra SURREAL em azul se destacam ao fundo. O chão molhado tem ladrilhos em tons terrosos.
Maremoto: Pedro Scooby já surfou nessas águas (Samuel Amaral/Arquivo pessoal)

Com decoração marítima, a Arca de Noé é um conjunto de escorregadores leves e brinquedos que esguicham água, o que vira uma festa para os menorzinhos. Os maiorzinhos podem mudar de barco e se juntar aos piratas na Ilha do Tesouro: essa área conta com um navio bucanero e o Aquabismo, uma rampa de oito metros de largura onde é possível escorregar em grupo.

Ilha do Tesouro, Beach Park, Aquiraz
Ilha do Tesouro: área temática do mundo dos piratas (Beach Park/Divulgação)

Ao lado dessas duas atrações, fica o Aqua Circo, um playground com temática circense. Escorregadores, canhões d’água e brinquedos interativos compõem o complexo coberto por duas tendas circulares.

Parque aquático infantil com brinquedos coloridos e jatos dágua, sob uma grande cobertura de lona branca e azul. Algumas pessoas caminham pela água rasa, com palmeiras ao fundo e céu parcialmente nublado
Aqua Circo: a criançada pira (Samuel Amaral/Arquivo pessoal)

Hora do lanche

Quando a fome bater, não faltam opções. O Aqua Park tem diversos quiosques vendendo churros, pipoca, picolés e bebidas, além de combos com cheeseburguer, cachorro-quente e pizza. Também há tendas com sanduíches naturais, salada de frutas, açaí e água de coco.

Quem preferir sentar e comer com mais calma, há o Restaurante da Praia, aberto a partir das 10h. É preciso sair do parque para frequentá-lo, mas basta pegar um cartão na catraca para retornar ao parque depois. Pé na areia, o restaurante serve pratos típicos, como macaxeira na manteiga da terra, camarão empanado, moquecas, peixadas e outros preparos com frutos do mar.

Mesa com três pratos principais: carne de sol com batata frita, moqueca de camarão com arroz verde e camarão cremoso com arroz verde e cebola crocante. Há também um pote de arroz branco, um de purê de abóbora e fatias de limão
Mesa farta: tudo delicioso (Samuel Amaral/Arquivo pessoal)

Minha recomendação é o Carangueijo Beach Park. Confesso que foi a primeira vez que provei o crustáceo dessa maneira, com martelinho para quebrar a casca. A peripécia gastronômica deu certo com a ajuda de colegas cearenses, já gabaritados nesse artesanato de rachar a carapaça antes de sugar sua (pouca) carne com molho e farofa.

Caranguejos cozidos em molho amarelo cremoso, com vinagrete de pimentões coloridos e cebola, servidos em tigela branca sobre mesa de pedra rústica
Carangueijo: receita do molho segue a mesma há mais de 30 anos (Samuel Amaral/Arquivo pessoal)

Se o plano é mais exclusividade, há o Brava Lounge, com carta de vinhos assinada e menu com petiscos e frutos do mar.

As cabanas

Se após o almoço bater aquela leseira, há um local para relaxar em pleno parque. Às margens da piscina de ondas, o Espaço Cabanas reúne oito chalés com sofá, TV, rede, frigobar, cofre e uma série de mesas e cadeiras, além de sinal wi-fi. O aluguel do espaço sai a partir de R$ 980 para até oito pessoas e deve ser feito pelo site oficial.

Área de lazer rústica com teto de palha e piso de madeira, mobiliada com sofás e poltronas de madeira com estofamento azul. Cortinas azuis pendem entre os pilares, e uma televisão está fixada na parede de bambu ao fundo, com vegetação exuberante visível ao redor
Cabanas: um pouquinho de calma em maio ao frenesi (//Divulgação)

Por ali é possível pedir petiscos, drinks, lanches e toalhas extras pelo WhatsApp e a cobrança é feita no cartão de consumo do parque.

Vila Azul do Mar

Ir à praia durante o dia e passear pelo centrinho durante a noite é um roteiro clássico em destinos do litoral. O Beach Park também oferece esse prazer com a Vila Azul do Mar. Aberto das 9h às 22h de quinta a terça, esse complexo de lojas, restaurantes e palco de música ao vivo fica ao lado do parque e é onde a vida noturna acontece.

Vila Azul do Mar, complexo do Beach Park, Ceará
Vila Azul do Mar: lojinhas e restaurantes (//Divulgação)

Quando estive por lá, fui à Pizzaria da Vila, com cardápio que contempla dos clássicos, como a marguerita, até a diferentona Terra do Sol, com carne de sol e farofa, que eu provei e atesto: vale a pena. O crocante da farofa casa bem com a massa – só não conte aos italianos.

Pizza de carne seca com queijo, cebola roxa e pimenta biquinho, servida em tábua de madeira sobre mesa com azulejos decorados, pratos brancos, copos com gelo, sachê do Beach Park e celular
Diferentona: pizza com carne de sol e farofa (Samuel Amaral/Arquivo pessoal)

Entre as demais opções, há o Coqueiral Bar e Restaurante, com frutos do mar e pratos cearenses; chocolates artesanais da Lugano; mais de vinte opções de milk-shake da Milky Moo; e marcas como Cafeteria Santa Clara, Mango Mix, Cookie Mania, Santa Pastelaria e Fini.

Resorts para todos os gostos

Durante os dias no Beach Park, estive hospedado no Suites, o primeiro resort do complexo. Inaugurado em 1996, fica à beira-mar e os hóspedes têm acesso direto à praia. As reservas são feitas pelo site oficial, tendo opções com e sem acesso ao Aqua Park a partir de R$ 978,98*.

Vista aérea de um resort com piscina azul em formato de lagoa, rodeada por coqueiros e espreguiçadeiras. Ao fundo, um prédio de vários andares com telhado de palha e uma torre redonda. Pessoas nadam na piscina e relaxam sob guarda-sóis coloridos. Um quiosque com telhado de palha fica à direita da piscina. O céu é azul com poucas nuvens
Suites: pioneiro dos resorts Beach Park (//Divulgação)

As suítes variam entre 46 e 67 m², com opções para até seis hóspedes. A decoração lembra uma casa de praia, com azulejos adornados por desenhos de corais e ondas, enquanto os quadros emolduram cenas da pesca e navegação.

Sala de estar e jantar com sofá-cama bege, almofada listrada, mesa redonda branca com quatro cadeiras de vime, e um tapete colorido no chão de pedra. Ao fundo, uma pequena cozinha com micro-ondas e frigobar, e um quarto visível através de uma porta de correr espelhada
Quarto do resort Suítes (//Divulgação)

O restaurante serve café da manhã completo das 7h30 às 10h30. Há uma diversidade de bolos, pães e uma estação onde são preparadas tapiocas. O almoço funciona em sistema à la carte e, o jantar, a partir das 18h30, é servido em buffet.

Amplo restaurante com mesas quadradas de madeira e cadeiras de corda verde, dispostas em um salão com pilares de madeira e plantas, ao fundo um buffet iluminado
Restaurante do Suites: palco das três refeições (Samuel Amaral/Arquivo pessoal)

A piscina é um bom ponto para começar o dia antes de ir ao parque ou para relaxar após o fechamento dos toboáguas. Durante a tarde, há programação com monitores para as crianças e, ao anoitecer, música e um bar molhado para os adultos.

Os demais resorts contam com estrutura e serviços similares, mas cada um com sua peculiaridade. O Acqua, de 2008, tem suítes de 25 a 72 m² para até seis pessoas a partir de R$ 1235,48; quadras de tênis, futebol, vôlei e basquete; piscina de borda infinita com vista para o mar; e o Aqualink, uma correnteza exclusiva que conecta a hospedagem ao parque aquático, mas com controle de acesso e passagem permitida apenas para quem comprou o ingresso.

Vista aérea de um resort com piscinas azuis, coqueiros e prédios de vários andares com telhados de terracota. Há espreguiçadeiras e guarda-sóis ao redor das piscinas, e um bar com telhado de palha. Ao fundo, um toboágua e casas em uma colina. O céu está claro e azul
Resort Acqua: correnteza conecta o hotel ao parque aquático (//Divulgação)

A unidade Oceani, de 2012, fica a 500 metros do Aqua Park e tem pegada mais intimista. Em predinhos coloridos, que lembram uma cidade de Lego, as suítes vão de 19 a 40 m², com capacidade para até quatro pessoas, com diárias a partir de R$ 679,92. Por lá, há quadras poliesportivas, área fitness, redes de descanso e o Bar do Mar, com petiscos e drinks no menu e vista para as ondas. Um transfer gratuito leva os hóspedes para a Vila Azul do Mar a cada 20 minutos.

Piscina de resort com água azul clara e azulejos, rodeada por palmeiras e prédios coloridos em tons de verde, laranja e amarelo, sob céu azul com nuvens brancas. Há mesas, cadeiras e guarda-sóis vermelhos ao redor da piscina, e uma rede de vôlei na parte direita
Oceani: longe do agito, resort tem pegada relaxante à beira-mar (//Divulgação)

O maior de todos, com mais de 360 apartamentos, o Wellness é voltado para grandes famílias. As suítes vão de 58 a 135 m² e acomodam até oito pessoas, com valores a partir de R$ 1149,98. O charme aqui está no Spa by L’Occitane Au Brésil, com hidro, sala de massagem e salão de beleza; o espaço é acessível para todos com horário marcado pelo site oficial. Outro destaque é o Bar da Heineken, decorado com garrafas verdes no teto.

Ambiente de spa com duas macas de massagem, uma com lençol branco e outra com lençol vermelho, e uma bancada com pia, espelho redondo, chaleira e velas acesas
Spa by L’Occitane (//Divulgação)

* Os valores são referentes a diárias para dois adultos e uma criança de dez anos, cotadas para outubro de 2026, e podem variar conforme temporada, categoria do quarto e antecedência da reserva.

Como chegar

A partir do Aeroporto de Fortaleza, são cerca de 30 minutos de carro até o Beach Park. É possível fazer o trajeto com veículo alugado, táxi ou transporte por aplicativo. A partir do centro da capital cearense, o percurso de carro leva 40 minutos.

Outra alternativa é contratar o transfer oferecido pelo próprio parque, disponível para agendamento no site oficial. O serviço custa R$ 120 por pessoa, ida e volta, em transporte coletivo, ou R$ 600 para até quatro pessoas em veículo privativo.

Cadeira de salva-vidas laranja e azul na areia, ao lado de uma prancha de surfe vermelha e um poste com placas indicando direções para praias e o Beach Park, com o mar azul e coqueiros ao fundo
Bye bye, Beach Park: o mais popular parque aquático do Brasil deixa saudades (//Divulgação)

Quem vai de automóvel próprio pode usar o estacionamento do complexo, localizado a poucos metros da entrada do parque. O espaço funciona das 8h às 22h e custa R$ 50 a diária. O pagamento é feito nos totens de autoatendimento da Vila Azul do Mar ou na saída do parque aquático.

Também é possível encontrar vagas na rua, nas proximidades do parque, mas a opção é menos segura. Para quem se hospeda em um dos resorts do Beach Park, o estacionamento já está incluído na diária.

Conheça também o Arvorar, que fica a um pulo do Beach Park

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Fonte: https://viagemeturismo.abril.com.br/brasil/beach-park-guia-completo-do-mais-famoso-parque-aquatico-do-brasil/