O ataque de Donald Trump ao esquiador americano Hunter Hess, durante as Olimpíadas de Inverno em Milão-Cortina, gerou uma onda de reações de outros atletas dos Estados Unidos. O republicano chamou o competidor de “grande perdedor” após dizer, em entrevista, que sentia “emoções mistas” ao representar o país.
Hess afirmou que, embora vestisse a bandeira dos EUA, isso não significava que ele apoiasse todas as políticas do país, especialmente as adotadas durante o governo de Trump, que causaram divisões internas. Trump, em resposta, escreveu em sua rede social, Truth Social, que ele não deveria estar competindo pelos Estados Unidos se não representasse o país de forma completa.
A publicação gerou reação imediata de outros atletas, que defenderam Hess e citaram a liberdade de expressão. Chloe Kim, campeã olímpica de snowboard halfpipe, e Mikaela Shiffrin, esquiadora alpina, foram algumas das atletas que expressaram apoio a Hess, afirmando que os atletas têm o direito de expressar suas opiniões sobre questões políticas e sociais.
Além dos atletas dos EUA, outras figuras do esporte também se manifestaram contra os ataques de Trump. Gus Kenworthy, esquiador freestyle, defendeu a liberdade de os atletas expressarem suas opiniões políticas, enquanto Eileen Gu, esquiadora nascida no país que compete pela China, lamentou que a atenção nas Olimpíadas estivesse centrada nos comentários do presidente.
O Comitê Olímpico e Paralímpico dos EUA (USOPC) também se posicionou, afirmando que apoia seus atletas e garante recursos de saúde mental e segurança para que se sintam amparados dentro e fora das competições. A instituição não comentou especificamente a situação de Trump e Hess, mas reforçou seu compromisso com o bem-estar dos atletas.


Algumas figuras públicas do governo Trump seguiram o presidente nos ataque a Hess. Katie Miller, esposa de Stephen Miller, assessor do mandatário, afirmou que o atleta não deveria estar nas Olimpíadas, alegando que ele expressou ódio pelo país.
O deputado republicano Tim Burchett também se uniu ao coro de críticas, sugerindo que Hess deveria “calar a boca e ir brincar na neve”.
Hess, que viu o número de seus seguidores nas redes sociais aumentar após o episódio, se defendeu, afirmando que, embora ame os Estados Unidos, há aspectos que precisam melhorar e que ele tem a liberdade de apontar isso.
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Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/esquiador-americano-e-atacado-por-trump-e-recebe-apoio-de-colegas/

