Por que o véio da Havan volta a atacar as universidades federais gaúchas e a desqualificar o Rio Grande do Sul, como fez esses dias em Taquara, enquanto vai fechando o cerco ao Estado com suas lojas com as réplicas grotescas da estátua da liberdade?
O véio diz o que quer por causa da covardia dos gaúchos. Pelo medo que têm desse ativista de extrema direita. Os ‘líderes’ gaúchos temem o véio da Havan.
A Justiça de Santa Catarina também teme o véio, que se sente poderoso porque está impune até hoje, apesar dos inquéritos contra ele que tramitam no Supremo.
O véio faz banquete com desembargadores do Tribubal de Justiça de SC, que julgam seus casos, e não dá nada, porque o Conselho Nacional de Justiça acha tudo normal. São encontros casuais e culturais.
Pois transcrevo abaixo nota de Flavio Williges, professor do Departamento de Filosofia da UFSM e especialista em Ética e Filosofia das Emoções, publicada hoje no seu perfil no Facebook, com um vídeo de novos ataques do sujeito às universidades.
Essa nota de Williges é uma raridade:
“Por quanto tempo vamos deixar esse imbecil falar asneiras de nossas instituições? Consultei a assessoria jurídica da ufsm alguns anos atrás para processá-lo (na época que foi inaugurada a loja de quinquilharias em Santa Maria). O procurador me desaconselhou, mas foi um erro. Ele ofende nosso trabalho sério”.
O véio diz no vídeo feito em Taquara que “o atraso do Rio Grande do Sul são as universidades federais”, que ele define como “guetos da esquerda”. E declara que uma “pessoa ideologicamente retardada” geralmente ficou assim por ter estudado numa federal.
Ele já havia dito coisas semelhantes em Santa Maria, também quando da inauguração de uma loja, em 2019, quando disse que as universidade federais formam zumbis e comunistas. O reitor Paulo Burmann e a comunidade universitária reagiram, mas as ‘lideranças’ da cidade se encolheram num canto.
O vídeo com os novos ataques está ao final desse texto, onde também compartilho link da entrevista que fiz, em abril de 2022, com o já ex-reitor Burmann para o jornal Extra Classe. No final da entrevista ele comenta as agressões.
O véio se fantasiou de gaúcho por se considerar um dos líderes empresariais do Estado. Os covardes deixaram. Que os retardados, zumbis e comunistas reajam. Flavio Williges vai ficar sozinho? Estamos juntos, professor.
As universidades são atacadas pelo governo e por milícias, diz ex-reitor da UFSM
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Fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/os-ataques-do-veio-da-havan-e-a-covardia-dos-lideres-gauchos-por-moises-mendes/

